• Luana Pegorin

Resenha - Morte no Nilo, Agatha Christie

Atualizado: Jan 2

Agatha Christie afirma no prólogo: “É um dos meus melhores livros sobre viagens interacionais".



Cenários Africanos, suspeitos com álibis incontestáveis e um cruzeiro que carrega personagens intrigantes são os maiores destaques desse livro, os quais resultam em mais uma obra da Rainha do Crime, que aposta em seu detetive, Hercule Poirot, para mais esse mistério aparentemente indecifrável. Sendo um de seus livros mais famosos, Morte no Nilo traz uma narrativa sobre amor, vingança e morte, e os relaciona perfeitamente bem para compor as amarguras dos personagens.



"- O amor pode ser uma tragédia assustadora - comentou a sra. Allerton"


Na trama, Linnet Ridgeway é uma jovem afortunada, cheia de vida, riquezas e fama. Quando decide viajar em um cruzeiro pelas águas do Rio Nilo com seu noivo, Simon Doyle, seu passado volta para cobrar as injustiças que suas escolhas causaram na vida da antiga melhor amiga: Jacqueline de Bellefort, também ex-namorada de Simon. Decidida a atormentar o casal, Jacqueline os perseguem onde quer que estejam, o que deixa Linnet inquieta e preocupada por toda a viagem.


Dias depois, a jovem rica é encontrada morta em sua cabine, e Poirot, que por sorte está de férias no mesmo cruzeiro, identifica se tratar de um assassinato arquitetado por um profissional. Entre inúmeros indícios falsos e verdades omitidas, detectar os fatos será mais um desafio para esse detetive, que percebe que todos os viajantes do Karnack têm motivos para querer Linnet morta. Quem será que seria capaz de matar com um crime tão bem planejado assim?



Com o passar das páginas, notamos que cada personagem carrega consigo uma intensidade emocional que se destaca individualmente em várias situações do livro, o que deixa a história ainda mais interessante e com um aspecto real. Com outro desfecho inimaginável, Agatha Christie finaliza esse livro juntado os detalhes mais discretos que passam despercebidos por seus leitores, mas não por Hercule Poirot.


Sim, com certeza. Li esse livro há poucos meses atrás, e posso afirmar que se você procura algo tendencioso a reflexões sobre ciúmes e paixões, além um mistério cheio de segredos, essa seria uma leitura agradável a você, em qualquer idade que estiver.


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